Bichinhos coloridos e MUTANTES

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Os menores países do mundo

Vaticano

O Vaticano tem muito mais que religiosidade a oferecer e pode ser definido como uma imensa obra de arte.

Bem menor que muitas cidades brasileiras, o Vaticano é o menor país do mundo. Com território de apenas 0,44 km², serve como moradia para o Papa e outras autoridades católicas, abrigando apenas 800 habitantes. Apesar destes números pequenos no que diz respeito à extensão e população, o Vaticano tem diversas atrações turísticas e garante muito mais que roteiros religiosos. A Praça de São Pedro, a Capela Sistina e seus museus são verdadeiras obras de arte e responsáveis por fascinar os visitantes que não se arrependem de dedicar um tempinho de sua viagem até Roma para conhecer o enclave murado dentro da capital italiana.

Mônaco

Os iates e os carros luxuosos que circulam pelo porto e ruas de Mônaco revelam o luxo e a sofisticação que reinam no país.

Ao sul da França, mais especificamente na Costa Azul, Mônaco tem menos de 2 km², número que classifica o local como o segundo menor país do mundo. O glamour e a sofisticação são os principais componentes dos cartões postais do principado, que oferece ainda muito entretenimento e diversão aos turistas que escolhem o local como destino de férias de verão. Os cassinos, museus, galerias e conjuntos arquitetônicos fazem parte do roteiro de quem está visitando a região.

Nauru

Com seus poucos mais de 21 km² de extensão, Nauru é o menor país insular do mundo. A ilha pertence à Oceania e é dona de paisagens paradisíacas, perfeitas para quem gosta de praia e contato com a natureza. Como não é um destino badalado, é o local perfeito para os viajantes que buscam paz e sossego durante os dias longe de casa. A dica é desembarcar em Yaren, capital de Nauru, e preparar um roteiro para conhecer suas melhores praias e dar uma atenção especial ao cenário cultural do país.

Tuvalu

Maior e mais bonito que Nauru, Tuvalu também pertence à Oceania e faz parte da Polinésia, nome do conjunto de ilhas encontradas no Oceano Pacífico. Suas fotografias mais famosas estampam a água cristalina e azul, responsável por criar cenários incrivelmente paradisíacos. Infelizmente, toda essa beleza natural que se estende ao longo de nove atóis e um território com menos de 25 km² corre o risco de desaparecer nas próximas duas décadas, devido ao aumento do nível do mar.

San Marino

As construções medievais revelam a idade de San Marino, que é o estado soberano mais antigo do mundo.

Embora seja o estado soberano mais antigo do mundo, San Marino tem apenas 61 km² de extensão, e assim como o Vaticano, fica dentro da Itália. Localizado na cordilheira dos Apeninos, suas paisagens têm um quê bucólico, graças ao verde das montanhas e castelos medievais que se espalham ao longo do seu pequeno território. É o destino perfeito para quem gosta de história e paisagens montanhosas, justamente por ter séculos de existência e por ser dono de cenários emoldurados por morros e colinas.

Liechtenstein

Com os vales verdes e casinhas charmosas, Liechtenstein é o mais charmoso dos menores países do mundo.

Assim como os outros pequenos países europeus que aparecem no post de hoje, Liechtenstein é um microestado da Europa. Apesar do território formado apenas por 160 km², é uma das nações mais ricas do mundo. Além da importância econômica, ganha destaque entre os destinos turísticos que fazem parte do Velho Mundo pelos cenários pitorescos que revelam castelos medievais, vales e conjuntos arquitetônicos cheios de charme.

Ilhas Marshall

Outro paraíso, pequeno no tamanho, grande em beleza. As Ilhas Marshall fazem parte da Micronésia, na Oceania, e são donas de alguns dos lugares mais belos do planeta. Água cristalina, areia branca e rica vegetação decoram praias completamente desertas, onde reinam ainda a paz e a tranquilidade. Resorts e cruzeiros são os principais responsáveis pela movimentação turística nas cidades mais conhecidas do país, como Majuro, tornando o lugar ainda mais irresistível, especialmente para casais em lua de mel.

São Cristóvão e Névis

Banhado pelo mar do Caribe, São Cristóvão e Névis é um país com menos de 270 km² de extensão. Pode ser definido, portanto, como um pedaço do paraíso, graças às paisagens paradisíacas tipicamente encontradas na região caribenha. O turismo por lá vai muito além das praias incríveis, oferecendo ao visitante uma riqueza cultural sem igual.

Maldivas

O paraíso conhecido como Maldivas é o destino perfeito para uma lua de mel paradisíaca.

Com quase 300 km² de extensão, Maldivas não é apenas um dos menores países do mundo, como também um dos destaques entre as nações mais bonitas do globo. O conjunto de ilhas pintado pelo azul da água e o pelo branco da areia arranca suspiro dos casais apaixonados. Não por acaso, é um dos destinos mais procurados por quem quer uma lua de mel paradisíaca. Quem quiser conhecer essa maravilha de perto deve correr, pois, assim como Tuvalu, pode desaparecer em pouco tempo.

Malta

Em Malta, as construções arquitetônicas se unem a belezas naturais para criar roteiros incríveis.

O arquipélago de Malta tem apenas três ilhas habitadas e 316 km² de extensão. O conjunto arquitetônico formado por prédios antigos e de diferentes estilos se une ao mar e belas praias para recepcionar o visitante com roteiros variados. Quem conhece os encantos de Malta não se arrepende e volta para casa com desejo de retornar em breve, para explorar todas inúmeras possiblidades, naturais ou não, que o país, mesmo pequeno tem a oferecer.

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Febre? O Dr. Drauzio explica!

 

Dr. Drauzio Varella
A temperatura do corpo humano é controlada por uma área do cérebro chamada hipotálamo, que age como um termostato ajustado para manter os órgãos internos a 37ºC (graus Celsius). Esse objetivo é alcançado por meio do equilíbrio entre a perda de calor pelos órgãos periféricos (pele, vasos sanguíneos, glândulas sudoríparas, etc.) em contato com o ambiente e a produção de calor pelo processo metabólico dos tecidos internos.
Quando o organismo é agredido por um agente externo ou por uma doença dos órgãos internos, o termostato pode elevar a temperatura dois ou três graus acima dos valores habituais, o que caracteriza a febre.
Na verdade, a febre não é uma doença; é uma reação do organismo contra alguma anomalia. Também não é necessariamente um mal. Nas infecções, por exemplo, ajuda o sistema de defesa a livrar-se do agente agressor.
Variação térmica
A temperatura corpórea considerada ideal varia entre 36ºC e 36,7ºC. Geralmente, ela é mais baixa pela manhã e mais alta no fim da tarde ou à noite. Alterações de até um grau podem ser absolutamente aceitáveis em condições normais. Nas mulheres, por exemplo, após a ovulação, durante o ciclo menstrual e no primeiro trimestre da gravidez, ocorre uma elevação natural da temperatura.
Os infectologistas estabelecem os seguintes limites para caracterizar a febre:
a)     de 37,3ºC a 37,8ºC – febrícula
b)     acima de 37,8º – febre
A única maneira de ter certeza de que uma pessoa está com febre é medir sua temperatura com um termômetro, de preferência eletrônico. A maneira mais usual de aferi-la é colocar o bulbo do termômetro nas dobras das axilas e só retirar depois de cinco minutos para fazer a leitura.
A temperatura pode ser medida também no interior da boca ou do reto, parte do intestino grosso que termina no ânus. Nessas áreas, ela costuma ser um grau mais alto do que a medida nas axilas.
Diagnóstico
A maioria dos quadros febris é provocada por doenças infecciosas comuns e de curta duração. No entanto, como a febre pode também ser um dos sintomas de várias enfermidades diferentes, é indispensável estabelecer o diagnóstico diferencial para orientar a conduta terapêutica.
Em todos os quadros febris, é muito importante medir a temperatura três ou quatro vezes por dia e anotar os valores e horários correspondentes. Saber se os picos febris são altos ou baixos e em que horário se manifestam ajuda a identificar as enfermidades que possam estar envolvidas e a estabelecer o diagnóstico.
Causas
Entre as causas da febre, é importante destacar as infecções por vírus, bactérias, fungos e parasitas e as não infecciosas, como as doenças do sistema nervoso central (hemorragias, traumatismos, tumores cerebrais), as neoplásicas (câncer de fígado, rins, intestinos, linfomas, leucemia), as cardiovasculares (infarto, tromboflebite, embolia pulmonar), hipertireoidismo, alguns tipos de hepatite e de doenças reumáticas, etc.
Sintomas
A febre se instala quando o termostato (hipotálamo) se ajusta para fazer o corpo atingir uma temperatura mais alta. Nesse momento, começam os arrepios de frio que podem transformar-se em tremedeira seguida de sensação de calor intenso e sudorese.
Outros sintomas são dores musculares, nas juntas, dor de cabeça, fraqueza, apatia, irritabilidade, indisposição, perda de apetite, boca seca, desidratação.
Especialmente nas crianças, febres que se aproximam dos 40ºC ou ultrapassam tal limite podem provocar confusão mental, delírios e convulsões.
Tratamento
Como a febre é apenas um sintoma, a escolha do tratamento está diretamente associada à  doença de base. Infecções por bactérias, por exemplo, podem exigir a prescrição de antibióticos, um tipo de medicamento absolutamente ineficaz quando o agente da infecção é um vírus.
Como já dissemos, em grande parte dos casos, a febre é provocada por germes causadores de infecções de curta duração (gripes, resfriados, algumas infecções intestinais, amidalites, pneumonias, etc.), que o próprio sistema de defesa do organismo consegue eliminar. Pesquisas recentes sugerem que a elevação da temperatura é uma estratégia benéfica do hospedeiro para reagir a agressões internas e externas. Portanto, em grande parte dos casos, não há necessidade de medicamentos especiais para tratamento da febre. Hidratação, repouso e remédios para aliviar os sintomas são medidas suficientes para o conforto do paciente.
Medicamentos antitérmicos, ou antipiréticos, devem ser utilizados com cuidado e quando absolutamente necessários. Sempre é bom ressaltar que doses muito altas de paracetamol podem agredir os rins e o fígado e que o ácido acetilsalicílico é contraindicado nos casos de dengue e de certas infecções virais das crianças.
Recomendações
A febre pode ser o sinal de alerta de uma doença que precisa ser tratada com rapidez. Por isso, procure assistência médica nos seguintes casos:
* Temperatura acima de 37,5ºC e abaixo de 35,5% em bebês com menos de três meses e superior a 39ºC em bebês com mais de três meses, ou se a febre alta ou baixa vier acompanhada de choro persistente e irritabilidade extrema;
* Febre que dura mais de um dia, acompanhada de dor de cabeça, irritabilidade, sonolência, dificuldade para falar, apatia (sintomas sugestivos de meningite) em crianças de até dois anos;
* Febre em pessoas de qualquer idade acompanhada dos seguintes sintomas; dor de cabeça forte e persistente, sensibilidade excessiva à luz; dor de garganta que impede a deglutição; vermelhidão na pele; nuca endurecida e dolorosa ao curvar a cabeça; confusão mental; vômitos repetitivos; dificuldade para respirar ou dor no peito; irritabilidade ou apatia ou sonolência; dores abdominais; dor ao urinar ou micção frequente em pequena quantidade.

Fonte: http://drauziovarella.com.br

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