Chegou a hora, o que vou ser quando crescer?

Hoje é dia de filantropia combo

É o seguinte cambada ‘haja o que hajar’ ajudar o próximo é foda! Traz satisfação e muitas coisas boas. Pelo menos é o que acredita a equipe do blog. Sendo assim sempre que precisarem, mandem um e-mail para contato@naoconcreto.com.br com o título ‘filantropia e seu nome’ contando sua história que sempre que for viável publicaremos. Valeu, uns juntando inimigos outros dinheiro, e a gente aqui.

1.  Lidiane – São Paulo

‘O que acontece é que meu pai tem poliomielite desde 1 ano de idade, no entanto, sempre foi muito ativo, embora caminhasse com dificuldade. Depois que ele se aposentou, perdeu  a rotina, ficou um pouco deprimido e com isso foi ficando sem movimentar-se. Esta “parada” fez com que ele começasse a desenvolver distrofia. Hoje ele já não anda e agora está perdendo o movimento dos braços. Infelizmente não temos grana  para pagar alguém que possa cuidar dele e quem está fazendo isso é minha mãe. No entanto, ela está tendo muita dificuldade para poder movimentá-lo do sofá para cama e vice-versa. Assim concluímos que uma cama hospitalar é a melhor alternativa. Assim ele pode ficar deitado e quando minha mãe precisar assisti-lo para trocá-lo, por exemplo, já facilita. O médico também disse que seria uma alternativa para melhorar a qualidade de vida dele.’

Galera e empresas, seguinte entrem em contato conosco, contato@naoconcreto.com.br (título: Lidiane cama hospitalar) ou diretamente com a Lidiane (@lidispinola). O pai e a mãe dela são idosos, então a mãe dela não tem forças pra operar uma cama manual. Eles REALMENTE necessitam de uma cama elétrica. Aguardamos contato, lembrem-se de sempre prezar pelas boas condições daquilo que vão doar.

2. Luíza de Sá Moreira – Araraquara e região


‘Nosso projeto é simples, porém esperamos que seja eficaz. Surgiu de uma conversa sobre oportunidades. Qual a oportunidade que temos, hoje, de ajudar o próximo? O que podemos fazer para mudar o mundo? E, a partir disso, vimos que um só pode não fazer muito, mas, se nos unirmos, podemos ajudar o próximo de uma forma impactante. É muito legal conseguir despertar esse sentimento nos outros. Nossos vizinhos, amigos, familiares: todos se unindo em busca de algo maior e aprendendo que pequenos gestos para nós podem ser grandes gestos para o próximo. Torno a reforçar que é um projeto simples, sem processos burocráticos. Visamos a divulgação, arrecadação e entrega dos itens angariados – cestas básicas, agasalhos, brinquedos – nas instituições da região responsáveis pelo cuidado com idosos e crianças carentes. A colaboração de todos é muito importante: é através da sua ajuda que podemos fazer a nossa corrente ter continuidade. Afinal, sozinho não se consegue nada na vida. Aguardamos a sua ajuda! Obrigada.’

Do dia 14 ao dia 20 de junho, os responsáveis pela campanha passarão nas casas daqueles que derem o sinal de arrecadação através dos contatos: Luíza de Sá Moreira (16) 9707-3105 e contato@naoconcreto.com.br (título: Luíza de Sá arrecadação) passem por gentileza seus endereços e contatos.

Galera lembrando que todas as campanhas aqui propagadas, serão divulgadas após seu êxito. Contamos com a ajuda de todos mesmo com um simples compartilhamento que chegue a quem realmente for participar fisicamente.

EM UM PAÍS EM QUE OS IMPOSTOS SÃO ABUSIVOS E OS SERVIÇOS OFERECIDOS AO CONTRIBUINTE SÃO NOJENTOS (QUANDO EXISTEM) DEVEMOS SER MAIS QUE CIDADÃOS, DEVEMOS SER IRMÃOS. A FILANTROPIA É UMA MEDIDA PALIATIVA, NOSSA VERDADEIRA AÇÃO SE DÁ ATRAVÉS DO VOTO HONESTO.


O Brasil versus a Copa de 2014

E aí pequeno jovenzinho que adora clip de Funk pra ficar tirando sarro, memes e outras idiotices, firmão ‘ae’ ? A Copa vai acontecer de qualquer forma certo?

Porém, cabe aqui uma reflexão sobre prioridades que a nação teria. Ao fazer esse post, me senti envergonhado de ver como está o descaso com o povo brasileiro sevando-o a pão e circo. Bom, seguem os levantamentos atualizados sobre as cifras da Copa de 2014 SOMENTE em relação aos estádios, pois existem outros investimentos também: aeroportos, estacionamentos, ruas, pavimentação, etc. e tudo feito com DINHEIRO PÚBLICO! Ou seja o SEU DINHEIRO, que no mínimo daria direito ao povo brasileiro de assistir a Copa de graça! Acompanhem e participem através dos comentários. Valeu!

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QUE É IGUAL A…

Mais de sete bilhões de reais. Beleza, um investimento legal, mas o Brasil é um país pleno? Um país sem problemas? Um país com saúde, educação, segurança, etc. de 1° mundo? NÃO !!! PQP !!! Tem gente morrendo de fome e frio nas ruas, adolescente de 15 anos que não sabe fazer uma conta de radiciação, escrevendo CHATIADO, falando EU VOU IR, hospitais lotados, sem estrutura nenhuma e com pessoas morrendo nos corredores. Então PORRA VELHO !?! CADÊ A HUMANIDADE DESSES GOVERNANTES ? Está na hora de fazer festa mesmo? Olha, se essa postagem chegar a pelo menos o cérebro e coração de UMA pessoa que for, eu já me dou por satisfeito. Talvez e, quase certo que esse post não mude nada agora, mas já é uma semente sendo germinada.

Vamos ver o que dava pra fazer com essa ‘grana’ ? Segue aí:

OU ISSO

OU ISSO

OU ISSO

OU ISSO

Aqui gostaria de deixar uma observação. Na minha opinião todos presídios deveriam sair dos centros urbanos e serem prisões agrárias. Onde o preso presta serviços seja no cultivo de alimentos ou criação de animais a serem consumidos na própria prisão, além de outros possíveis serviços os quais o capacitariam profissionalmente e com redução na pena.

OU ISSO

O PAC 2 já prevê um investimento forte até 2020 nessa área, porém sete bilhões é uma PUTA economia.

OU ISSO

Aqui as viaturas servem como ilustração, pois o investimento ideal seria em equipamentos, armamento, proteção em combate, como coletes mais sofisticados, melhores salários, enfim uma série de coisas.

*Valores das obras retirados do http://www.portal2014.org.br/


NOVO GOLPE DE ESTADO NO BRASIL

Está sendo orquestrado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o maior golpe na república brasileira desde o primeiro de abril de 1964. E há uma enorme relação entre ambos (em tempo: não acho que passará em plenário)
Em votação simbólica, a CCJ aprovou um projeto de emenda constitucional que, na prática, acaba com duas prerrogativas do Supremo Tribunal Federal (STF). O controle constitucional e com a súmula vinculante, uma espécie de jurisprudência que obriga decisões de outras instâncias no mesmo sentido.
Segundo a PEC, o STF só poderia declarar a inconstitucionalidade de uma lei por uma maioria de 4/5 dos votos, uma quase unanimidade. Além, esta declaração ainda teria que ser aprovada pelo Congresso depois da decisão do Supremo.
Ou seja, se a PEC for aprovada teremos um Guardião da Constituição e um Guardião do Guardião da Constituição.
Em outras palavras. Curto-circuito. O legislativo se arvorará a julgar se as leis que ele criou são ou não legais. Curioso desenho. O congresso faz uma lei, o STF declara que é inconstitucional, o Congresso – que a fez – reitera sua constitucionalidade.
Neste caso de conflito, decidiria o povo. Em um primeiro momento, parece interessante. Mas o povo aparece sempre como último refúgio. É preciso ter muito cuidado com a defesa da democracia direta ou plebiscitária. Como já sabia Sócrates, pode ser converter em uma tirania da maioria, e isso significa por em riscos as minorias.

De maneira estabanada, e politicamente orientada, alguns analistas atribuíram este ataque da CCJ à retaliação por conta do julgamento do “Mensalão”. É preciso muita imaginação e criatividade para enxergar em um Projeto de Emenda Constitucional que versa sobre a súmula vinculante e sobre o foro adequado para se declarar a constitucionalidade de uma lei algo que tenha qualquer relação com o “mensalão”.
Matérias distintas, prerrogativas idem.
Outros apontam que a irritação dos deputados seria por conta da aprovação, na Corte, do casamento igualitário.
Aqui temos um ponto. O proponente da PEC demonstrou claramente sua revolta com o STF fazer o “papel de legislador” quando aceitou a constitucionalidade do casamento igualitário e do aborto de anencéfalos.
Pululalam críticas ao “ativismo judiciário” ou à “judicialização da política”.
Esta ótica é completamente descabida de sentido. Só aqueles que querem crer na neutralidade política da lei podem acreditar nisso. A Constituição, Carta Magna, é antes de tudo um documento político!
Quem tem o poder de interpretá-la, quem “guarda a constituição”, é, logo, um ator político. Quem interpreta as normas, as cria também. E quem tem a prerrogativa de interpretação final, é, em última instância, o legislador final.
Mas isso revela o caráter político do jurídico, o que é inconveniente à ideologia do direito.
Assim, o Supremo Tribunal é um órgão político e, logo, também legiferante. E o é em qualquer lugar do mundo.

O que, então, se passa na CCJ?
Para entender é necessário, primeiro, ver a sua composição e os votos. A proposta desta PEC veio do deputado Nazareno Fontelenes (PT-PI), o que motivou a interpretação politicamente enviesada já mencionada acima, por parte de uma grande revista nacional.
Acusou-se, claro, o PT. Seria um projeto do partido para dar um golpe institucional e calar o STF por conta do “Mensalão”.
Mas esqueceram que o relator da PEC era João Campos (PSDB-GO), que deu parecer favorável.
Esqueceram também que foi uma votação simbólica, o que significa um certo consenso dentro Comissão de Constituição e Justiça. Ou seja, a PEC 33/2011 não representa um partido, o governo ou a oposição, mas o Congresso Nacional, ou uma parte dele.
Neste sentido, Fernando Limongi foi preciso. Percebeu que é uma briga de poderes, não de partidos.
Mas a intenção do Congresso não é nobre e nem visa reestabelecer o equilíbrio entre os poderes dado o “casuísmo” do Supremo Tribunal. O Congresso age para aumentar seu poder e, consequentemente, o custo de sua barganha.
Há dois vetores diferentes mas que, curiosamente, se complementam. O vetor vertical é a tendência ao “governismo” que é incentivado pelas regras do jogo. Dada a distribuição de recursos e uma centralização destes em verbas com alto grau de discricionariedade. Isso faz com que seja muito custoso pra um deputado se manter, de fato, não de direito, na oposição.
Assim, o Executivo tem – não sem muita negociação – uma base considerável, que lhe dá, em matérias programáticas, garante a estabilidade do governo e a aprovação das suas pautas.
Mas há um outro vetor, horizontal, que diz respeito apenas ao interno, ao congresso em si mesmo e não na relação com o executivo. Neste sentido o congresso é uma instituição que transita, sem nenhuma contradição, entre a unidade e a fragmentação.
A fragmentação é bastante perceptível quando o olhamos na transversalidade. Bancadas de interesses perpassam os partidos, unem políticos de partidos adversários, separam colegas. A bancada de um estado se une para defendê-lo, os deputados do agrobusiness ou religiosa agem, muitas vezes, contra os valores que, teoricamente, seus partidos defendem.
Por outro lado, a unidade é dada pela ideia de corporação, de defesa de interesses do grupo, da função. Assim, antes de tudo, um deputado é … deputado! Não de um partido ou de outro, representante de um estado, uma região. Ser deputado os une, mais que qualquer outra forma de identidade.
O que a PEC 33 significa, nesta decomposição de vetores?
Que a Comissão de Constituição e Justiça, auto-interessada, está tentando agir para aumentar o poder do Congresso sobre os outros dois poderes. Por isso foi aprovado de maneira simbólica e uniu tanta gente de partidos e intenções diferentes. Os motivos, aqui, somam-se ao invés de se contraporem.
O Congresso quer ser a esfera legislativa e a que controla a lei e a guarda. Ou seja, o Poder dos Poderes, a primeira e última instância. Um “Poder Constituinte permanente” (na expressão do amigo Raphael Neves), que faz as leis e as julga procedentes.
Há, em curso, uma certa autonomização da representação legislativa, uma mudança da sua característica. Um processo em germe que trará consequências profundas (mas que não dá pra dizer ainda quais), e a aprovação da PEC 33 pela CCJ, mais do que qualquer outra coisa, revela este movimento.

Por Walter Hupsel | On The Rocks


Governo omisso, povo não…

É impossível ver esse vídeo e não se emocionar. Esse país precisa de educação e há muitas formas de ajudar crianças, que são realmente nossa esperança de um futuro melhor, de várias maneiras: SONEGUE IMPOSTOS E AJUDE ONG’S SÉRIAS. Post copiado na cara dura do SEDENTÁRIO & HIPERATIVO.



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